Miss Bumbum recusa proposta de R$ 1 milhão para divulgar casas de apostas: "Não incentivaria alguém a perder o salário"
Publicada:07/07/2026 19:41:00
Redação RedeTV!
Criadora de conteúdo relembrou o passado como operadora de caixa antes da fama
(Fonte: Reprodução/ Redes Sociais)
A influenciadora digital Kerolay Chaves, eleita Miss Bumbum Brasil 2025, revelou nesta terça-feira (7) ter recusado uma proposta financeira de R$ 1 milhão para divulgar casas de apostas online. A modelo considerou a produção de conteúdo adulto mais ética do que associar sua imagem aos jogos digitais.
A criadora de conteúdo passou a receber críticas nas redes sociais após aparecer em uma campanha publicitária de uma plataforma adulta na Times Square, em Nova York. O episódio reacendeu debates sobre o mercado de entretenimento sensual na internet.
"Muita gente começou a dizer que eu estava reforçando estereótipos sobre brasileiras no exterior, mas eu não vejo dessa forma. Eu vejo como trabalho. Comecei ganhando R$ 400 como atendente de caixa e sei o valor de cada oportunidade que construí com a minha imagem. Nunca foi fácil chegar até aqui", afirma.
Chaves defendeu que a venda de material explícito para assinantes conscientes difere do incentivo a promessas de dinheiro fácil. Ela destacou que o público do segmento adulto consome o material por livre escolha.
"Eu não tenho vergonha do que faço. Quem assina meu conteúdo sabe exatamente o que está comprando. Não existe enganação. É uma escolha de um adulto. O que eu não conseguiria fazer é convencer alguém de que vai mudar de vida apostando dinheiro", declara.
A profissional ressaltou que as ofertas para publicidade de apostas virtuais eram frequentes em sua rotina profissional. A decisão de rejeitar os contratos milionários foi baseada em sua experiência profissional anterior ao estrelato.
"Já recusei proposta de R$ 1 milhão. Claro que é muito dinheiro, mas eu penso em quem está do outro lado da tela. Eu sei o quanto é difícil ganhar dinheiro porque já trabalhei como atendente de caixa. Não conseguiria incentivar alguém a perder o salário, o aluguel ou o sustento da própria família por causa de uma propaganda feita por mim. Para mim, isso pesa muito mais na consciência do que produzir conteúdo adulto", conclui.
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